quarta-feira, 9 de abril de 2014

Perigo na Manteiga: Diacetil



Um estudo encomendado pelo jornal norte-americano Seattle Post-Intelligencer demonstra que os trabalhadores e trabalhadoras de restaurantes podem estar enfrentando graves riscos de saúde por causa da exposição ao ingrediente diacetil. O diacetil, um saborizante químico para alimentos presente nos sabores artificiais da manteiga, é um ingrediente comum nas margarinas, shortenings e óleos culinários e em aerossol, utilizados na cozinha comercial.

Nos Estados Unidos, o diacetil, como derivado químico, também é colocado em todas as manteigas sem sal. Ao serem submetidos ao calor da cocção durante o processamento industrial, estes ingredientes liberam vapores que podem pôr em risco os trabalhadores que podem desenvolver a debilitante e potencialmente fatal doença pulmonar bronquiolite obliterante.

Segundo o Dr. Richard Kanwal do Instituto Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho (NIOSH, na sigla em inglês) "É possível que a quantidade de diacetil que é liberada nas cozinhas comerciais, onde são utilizados estes produtos com sabor de manteiga, possa igualar ou mesmo exceder a quantidade encontrada nas fábricas de pipocas".

A análise de laboratório que mediu as amostras de ar liberadas por uma frigideira quente na qual foram utilizados diversos produtos comerciais contendo diacetil, detectaram níveis de diacetil de:

- 7 a 16 partes por milhão (ppm) nos vapores liberados por duas amostras de manteiga;

- 7 a 180 ppm nos produtos analisados de margarina e shortening,

- 164 ppm em um aerossol culinário com sabor de manteiga e,

- 23 a 234 ppm nos óleos de cozinha com sabor de manteiga.

Os óleos utilizados para fazer com que o milho se abra na fabricação de pipocas alcançaram os níveis mais avançados: 1.125 ppm.

Os produtos culinários que contêm diacetil nunca foram analisados em uma cozinha comercial, onde as condições variam muito com respeito à utilização e distribuição de ventiladores, localização de fogões, chapas de fritura, etc.

Acompanhando a política exercida pelos sindicatos norte-americanos em favor de medidas de regulamentação, devido ao crescente número de vitimas de lesões pulmonares entre os trabalhadores e trabalhadoras do setor de processamento de alimentos, o estudo do jornal mencionado aumentou essa pressão, exigindo medidas legislativas e da indústria de alimentos.

A filiada da UITA, UNITE-HERE, que representa os trabalhadores e trabalhadoras de cozinha em restaurantes, hotéis e catering, respondeu à publicação dos resultados do estudo com um chamado à ação declarando que "È totalmente inaceitável que os cozinheiros, em suas funções, ponham em risco seus pulmões só para cumprir as ordens do dia".

ConAgra, fabricantes do aerossol de uso culinário PAM (um dos produtos analisados), respondeu declarando que prevê "retirar da praça todos os produtos PAM que contêm diacetil antes do próximo mês". Entretanto, os cientistas que participaram da pesquisa calculam que se utiliza diacetil em uma média de 6.000 produtos comerciais nos Estados Unidos.

A UITA não conhece outros cálculos comparáveis para o resto do mundo. As autoridades reguladoras da União Européia, por exemplo, reconhecem que o produto é amplamente utilizado em alimentos processados, mas se limitaram em reiterar que o diacetil foi declarado seguro para o consumo humano. O problema continua sendo que os riscos potenciais para os trabalhadores e trabalhadoras do setor de processamento de alimentos e cozinha nunca foram adequadamente investigados, apesar da crescente evidência de que a exposição ao diacetil pode provocar uma grave doença e até a morte.

Em Ginebra, UITA
Secretaria Geral

Fonte: www.anamt.org.br






Matéria no site Universia sobre o assunto






De acordo com o novo estudo da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, um dos ingredientes presentes na pipoca sabor manteiga aumenta o risco de Alzheimer. Este ingrediente é o diacetil, uma substância que pode ser encontrado empipocas de microondas, e também em margarinas, alguns snacks e doces.

Para o especialista em Toxicologia, Robert Vicen, o diacetil tem uma estrutura molecular muito semelhante à substância que provoca a doença de Alzheimer. Segundo os pesquisadores, isso explica por que as experiências mostram que diacetil acelera o aparecimento de doenças neurodegenerativas.

Além disso, experimentos de laboratório revelam que, além de favorecer a formação de beta-amilóide, a substância atravessa facilmente a barreira hematoencefálica que protege o cérebro de substâncias nocivas, especialmente em trabalhadores que ficam nas fábricas desses produtos na indústria alimentar, o que pode causar, em longo prazo, toxicidade neurológica.

http://noticias.universia.com.br/ciencia-tecnologia/noticia/2012/08/09/957529/pipoca-sabor-manteiga-causa-alzheimer-mostra-pesquisa.html

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Depressão

Será que podemos passar por tantas lutas e não sucumbir!
Como gostaria que isso me acontecesse!!!
Muitas vezes o medo das pessoas nos acharem fracas, nos faz vestir uma máscara. Mascarar toda a dor que esta escondida na alma, os porquês que não se calam, a dor no físico e na alma que não passa.
Tenho passado por tantas coisas primeiro foi a E.A, e ainda teve a fratura do fêmur...
Já são 1 e 6 meses na dependência da minha família.
Graças a Deus que os tenho, que são minha motivação para continuar a viver, mas muitas vezes a tristeza ganha um espaço enorme e me faz desistir...
Por isso tem tanto tempo que não escrevo aqui.
Nem sei se alguém lê, mas vou desaguando, lançando aqui o meu desabafo.
Li algo interessante sobre esse assunto, e o mais importante devemos nos conhecer e ter conhecimento sobre o que estamos enfrentando.


DEPRESSÃO






- O que é depressão?




A depressão é definida pela medicina como um transtorno do humor. Isto significa uma diminuição do humor que é acompanhado por um conjunto de sintomas variados: ansiedade, agitação, lentidão do funcionamento mental, falta de energia e de vontade, idéias de desvalia, disfunções fisiológicas
 ( por exemplo: insônia ou excesso de sono ), idéias suicidas e queixas diversas.



- Como diferenciar a Tristeza da Depressão


É normal que uma pessoa experimente sentimentos de tristeza frente a determinadas circunstâncias da vida ( por exemplo: morte de uma pessoa querida, divórcio, perda de trabalho, perda de saúde, mudança, etc. ).
A depressão é uma alteração muito mais grave do humor e pode causar danos enormes à pessoa acometida. 
As relações interpessoais ficam muito comprometidas e podem levar a separações conjugais, perdas de relacionamentos com pessoas significativas em ligações de amizades ou profissionais. A capacidade de produzir fica também muito afetada. 
Neste folheto, sempre que falarmos de depressão estaremos nos referindo à depressão clínica e não aos sentimentos de tristeza que mencionamos antes. 

-Como podemos saber se uma pessoa tem uma depressão clínica?

As pessoas experimentam a depressão clínica de maneiras muito diferentes. Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Se alguém apresenta, por um período maior que duas semanas cinco ou mais dos sintomas da lista abaixo ou se os sintomas são tão severos que interferem em sua vida diária, afirmamos que ela apresenta uma depressão clínica.

-Sintomas de depressão clínica


- Tristeza prolongada, ´´sensação de vazio`` e ataques de choro sem explicação.
- Dormir muito pouco ou dormir demasiado. 
- Perda de apetite e de peso ou aumento de apetite e de peso.
- Perda de interesse ou prazer em atividades que antes eram prazerosas. 
- Inquietação ou irritabilidade. 
- Sintomas físicos persistentes que não respondem ao tratamento (como dor de cabeça, dor crônica, prisão-de-ventre e outras alterações digestivas). 
- Dificuldades para concentrar-se, recordar ou tomar decisões. 
- Fadiga ou perda de energia. 
- Sentimento de culpa, de desesperança ou inutilidade. 
- Pensamentos recorrentes sobre a morte ou suicídio. 
- Qual o primeiro passo para ajudar uma pessoa que consideramos estar padecendo de uma depressão clínica? 


O primeiro passo na jornada da recuperação de uma pessoa que apresenta os sintomas de depressão clínica é entrar em contato com um profissional de saúde mental. Somente um profissional com treinamento poderá estabelecer um diagnóstico, diferenciar outras condições que podem estar determinando a depressão, como o uso de alguns medicamentos, doenças clínicas, etc., e indicar as melhores opções de tratamento na comunidade.
Devemos lembrar que quanto antes isto for feito, melhor. A depressão traz um risco de suicídio muito elevado. É uma condição que necessita de um tratamento vigoroso. 

Quais são as causas da depressão?

Muitas causas podem contribuir para que uma pessoa tenha uma depressão clínica. Em algumas pessoas um só fator parece estar envolvido. Outras ficam deprimidas sem nenhuma causa aparente. Independente da causa ou causas da depressão clínica, ela precisa ser diagnosticada e tratada.

Os fatores mais comumente implicados são:

* Biológicos - As pessoas com depressão clínica podem ter excesso ou falta de algumas substâncias no cérebro, os chamados ´´neurotransmissores``. As mudanças nestas substâncias podem causar ou contribuir para a depressão.
*Cognitivos - Pessoas que tem um padrão negativo de pensamento - pessoas que são pessimistas, que se preocupam excessivamente, que tem uma auto-estima baixa ou sentem que tem pouco controle sobre os acontecimentos da vida - são mais passíveis de desenvolver uma depressão. 
*Fatores ligados ao sexo - as mulheres têm o dobro de possibilidade de desenvolver uma depressão que os homens. Isto pode estar ligado tanto aos fatores biológicos (hormonais) quanto aos culturais
 ( o papel da mulher na nossa sociedade).
* Medicamentos -
Alguns medicamentos podem causar depressão e este é um fator muito importante no nosso país onde a auto-medicação é uma prática rotineira. 
* Genética - Os componentes genéticos da depressão ficam visíveis em famílias onde a depressão ocorre com uma frequência elevada.
* Situacionais - Dificuldades na vida, incluindo problemas financeiros, divórcio, morte de pessoas amadas, mudanças ou qualquer perda significativa pode contribuir para a depressão clínica.
* Co-ocorrência - A depressão clínica frequentemente ocorre junto com certas doenças como derrame, doença cardíaca, câncer, doença de Parkinson, doença de Alzheimer, diabetes e transtornos hormonais. Esta depressão é chamada de co-ocorrente e é importante que ela seja tratada ao mesmo tempo que a doença física.
* A depressão clínica pode ´´co-ocorrer`` em pessoas com outros transtornos mentais tais como transtornos alimentares, transtornos de ansiedade incluindo a síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e síndrome de estresse-pós-traumático.
* No esforço para tentar lidar com a dor emocional ocasionada pela depressão clínica algumas pessoas tentam se ´´auto-medicar`` com o abuso de bebidas alcoólicas e drogas ilegais. Portanto, a depressão clínica pode ´´co-ocorrer`` com o abuso de drogas ilegais e de bebidas alcoólicas.

- A depressão clínica é tratável?

Sim. É uma condição que quando corretamente diagnosticada e tratada apresenta melhora significativa em 80% dos casos. Porém, como a depressão clínica depende de vários fatores, ela não é ´´curada``. A depressão clínica, como outras alterações de saúde, como diabetes por exemplo, são controladas pelo tratamento, permitindo que a pessoa leve uma vida normal.

- Como são os tratamentos da depressão clínica?

Em geral, os tratamentos da depressão são feitos com o uso de medicamentos antidepressivos e psicoterapia. Como as pessoas experimentam a depressão clínica de maneiras diferentes, somente o profissional de saúde mental poderá fazer a melhor indicação dos recursos de tratamento a serem usados.

- Os medicamentos antidepressivos causam dependência ou prejuízos à saúde de quem os usa?



Não. Quando o tratamento é feito por orientação de um profissional preparado, eles não causam nenhum prejuizo à saúde. Não tornam a pessoa dependente e os efeitos indesejáveis, os chamados efeitos colaterais dos medicamentos podem ser superados com ajustes de dosagem e outras medidas. É muito importante que a pessoa que está tomando antidepressivos não pare a medicação, não altere as doses e não inicie o uso de outros medicamentos sem autorização de seu médico.

- Como os amigos e familiares podem ajudar a pessoa deprimida? (Essa parte é muito importante!!!)

Com incentivo à continuidade do tratamento e conversando bastante com a pessoa deprimida, ajudando a entender que este momento tão sofrido não é para sempre.
É muito importante a ajuda de amigos e familiares porque há muito preconceito em relação aos transtornos mentais e a pessoa deprimida sente-se fracassada, como se tratasse de uma falha moral, de uma fraqueza de caráter. É muito importante ajudar o deprimido a aceitar e encarar de uma forma realística a sua condição, evitando tomar decisões importantes, como separação conjugal, mudanças de emprego, venda de propriedade, etc. durante o período agudo da depressão. 
A família e amigos devem evitar exigências de que a pessoa faça aquilo que no momento não é possível para ela. É importante estimular mas não exigir. Devem ser evitadas frases como ´´ você não tem nada``, ´´se quiser é capaz de trabalhar e estudar``.
Quem nunca teve uma depressão pode ter dificuldade de entender o profundo sofrimento de uma pessoa deprimida. 

http://www.inef.com.br/depressao.htm


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Vitamina D




Sem a vitamina D, o corpo não consegue absorver o cálcio de maneira adequada e os ossos se tornam frágeis.

Durante o encontro anual da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, em fevereiro, pesquisadores revelaram que entre 889 pacientes adultos tratados no centro de traumatologia do Missouri em decorrência de fraturas, os níveis de vitamina D no sangue eram "insuficientes" em 78% e "extremamente insuficientes" em 39%. O grupo estudado excluiu pessoas com fatores de risco conhecidos para a deficiência de vitamina D.

Um segundo estudo, realizado por médicos em Seul, na Coreia do Sul, revelou que os níveis de vitamina D eram "significativamente mais baixos" em 104 mulheres na pós-menopausa que haviam quebrado o pulso que entre os 107 pacientes da mesma idade sem qualquer fratura.

Outras linhas de pesquisa passaram a investigar se a a vitamina D no sangue pode proteger contra doenças crônicas ou potencialmente fatais. Nos últimos anos, muitos estudos ligaram níveis baixos de vitamina D a riscos para a saúde como doenças cardíacas, pressão alta, câncer, artrite reumatoide e outras doenças autoimunes, levando muitos homens e mulheres preocupados com a saúde a acreditar que suplementos de vitamina D são uma proteção.

Infelizmente, ainda não há grandes estudos clínicos randomizados controlados _ uma espécie de padrão-ouro da pesquisa com seres humanos _ para comprovar ou refutar o valor do uso da vitamina D, além dos seus benefícios conhecidos para a saúde óssea.

No entanto, o Dr. Kevin A. Fiscella, especialista em saúde pública e médico de família na Universidade de Rochester, decidiu tomar 1.000 unidades de vitamina D por dia, baseando-se nos dados de seus estudos quem relacionam diferenças raciais nos níveis de vitamina D ao risco de doenças, e em sua crença de que fazer isso "não prejudica e ainda pode ajudar".

Fiscella enfatizou que suas descobertas sugerem fortemente _ apesar de não comprovarem _ que as deficiências de vitamina D causam ou contribuem para causar doenças como câncer colorretal, pressão alta, insuficiência renal e doenças cardíacas, que afetam os negros americanos com maior frequência do que os brancos. Os resultados são sustentados por conhecidos efeitos biológicos da vitamina D e pela ocorrência de uma deficiência generalizada de vitamina D entre os negros que vivem no Hemisfério Norte.

Quase todos os tecidos do corpo possuem receptores de vitamina D, entre eles intestinos, cérebro , coração , pele, órgãos sexuais, mamas, linfócitos e placenta. Sabe-se que essa vitamina, que atua como um hormônio, influencia a expressão de mais de 200 genes.

Em estudos laboratoriais, demonstrou-se que ela tem propriedades anticancerígenas, inibindo o crescimento e a disseminação de tumores. Além disso, há evidências ainda inconclusivas que sugerem que a deficiência de vitamina D desempenha um papel na asma, no diabetes 2, em doenças autoimunes como a esclerose múltipla e a artrite reumatoide, a pré-eclâmpsia e o peso baixo ao nascer, além de distúrbios neuropsicológicos como o autismo, a depressão e a perda de memória.

A vitamina D é um nutriente essencial solúvel em gordura que entra naturalmente no corpo, principalmente por meio da pele, onde a radiação ultravioleta B da luz solar estimula a produção da pré-vitamina D, que, por sua vez, é convertida nos rins para a forma biologicamente ativa, o hormônio vitamina D.
Poucos alimentos contêm naturalmente níveis significativos de vitamina D; principalmente os peixes de água gelada gordurosos, como salmão, sardinha, anchovas e atum, bem como o óleo de fígado de bacalhau. Alguns alimentos são enriquecidos com a vitamina, especialmente o leite, as fórmulas infantis e, mais recentemente, algumas marcas de suco de laranja, iogurte, queijo e cereais matinais.

Diversos fatores impedem que se alcancem os níveis de vitamina D conhecidos por prevenirem a perda óssea, sem falar de outras doenças cuja relação de causa e efeito talvez nunca seja estabelecida.
Um deles é a cor da pele. A pele escura evoluiu na África equatorial, onde o sol é intenso o ano todo e uma breve exposição diária aos raios UVB (os raios solares que queimam) já é suficiente para que se alcancem os níveis adequados de vitamina D no sangue. Mas a melanina na pele atua como um protetor solar natural e os negros que vivem nos Estados Unidos, onde o sol é menos intenso, produzem quantidades menores de vitamina D.

Alertas sobre as consequências cosméticas e cancerígenas da exposição excessiva ao sol têm levado milhões de americanos preocupados com a saúde a se protegerem dos raios UVB com roupas de proteção e o uso constante de protetor solar sobre a pele exposta, tornando mais difícil a geração de vitamina D.

Além disso, uma vez que a vitamina D é armazenada na gordura do corpo, o aumento dramático da obesidade no país está colocando mais pessoas em risco obter níveis inadequados de vitamina D no soro sanguíneo, independentemente da cor da pele.

Por fim, o consumo de leite diminuiu significativamente e a maior parte dos outros derivados de leite populares não é fortificada com vitamina D.

Como resultado, cada vez mais americanos de pele clara estão descobrindo que também não estão obtendo níveis suficientes de vitamina D para chegar a 20 nanogramas de vitamina D por mililitro de soro sanguíneo, o nível considerado adequado pelo Instituto de Medicina, e um número ainda menor chega aos 30 nanogramas, o nível que os especialistas ósseos e os pesquisadores da vitamina D consideram mais desejável.

Um ensaio clínico controlado com placebo e patrocinado pelos Institutos Nacionais de Saúde, que deverá ser concluído em 2016, está avaliando o efeito de um suplemento diário de 2.000 UI de vitamina D sobre o risco de desenvolver doenças cardíacas, câncer e acidentes vascular cerebral, em 20.000 homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 55 anos sem antecedentes destas doenças.

Enquanto isso, a Sociedade de Endocrinologia recomenda que pessoas com risco de deficiência de vitamina D sejam examinadas para determinar seu nível sérico, incluindo pessoas com doenças ósseas, doenças crônicas nos rins. Pessoas que tomam medicamentos como anticonvulsivos, glicocorticoides, antirretrovirais, antifúngicos e colestiramina também devem ser testadas, assim como idosos com histórico de quedas ou de fraturas não traumáticas.

Fiscella afirma que determinados grupos de risco de deficiência de vitamina D também devem realizar os exames: negros, crianças e adultos obesos, grávidas e lactantes.


Fonte: http://saude.ig.com.br/bemestar/falta-de-vitamina-d-e-associada-a-12-doencas/n1597729039608.html

Fratura de Fêmur




Fiquei um tempão sem postar nada aqui no blog, estou numa continua luta, cansada com tantas coisas pelas quais tenho passado. Há 6 meses, após uma melhora nas dores da E.A, saindo de um restaurante na cidade de Caldas Novas, pisei em falso em uma depressão no asfalto. E isso resultou na fratura do meu fêmur.
Sinceramente ainda não consegui entender como isso foi acontecer comigo...
Graças a Deus fui muito bem atendida pela equipe do Samu e pela equipe da UPA de Caldas Novas.
A fratura foi em Y e dali já fui removida para cirurgia de emergência no Distrito Federal. Fiz a cirurgia e foi colocado na minha perna esquerda uma placa Liss e 10 parafusos. Fiquei 2 dias na UTI e 1 dia no apartamento. Meu médico queria que eu ficasse mais alguns dias internada, portanto como meu esposo não pode ficar comigo, e o atendimento da equipe de enfermagem foi horrível, pedi alta para o médico.
Mesmo sem querer ele me liberou e estou durante todo este tempo em uma cadeira de rodas. 
Não posso ainda me levantar, nem apoiar meu pé no chão. E como já sou sequelada da Guillain Barret acabou dificultando ainda mais. Estou fazendo fisioterapia e hidroterapia, sinto muita dor quando minha perna é manipulada, nos alongamentos. É um sofrimento muito grande, mas estou vivendo um dia por vez, tem uns dias que estou super desanimada, angustiada e em outros cheia de fé e esperança. E assim vou vivendo e lutando para voltar a andar.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Novo Conceito Sobre Dieta p/ Coração!!!



Cirurgião Cardíaco admite enorme erro!

Por Dr. Lundell Dwight, MD

Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está.
Admito estar errado...
Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico.Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião."
Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.

A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças
cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.
Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença
cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.
As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.
Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada
ano.
Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.
A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus.
O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo
humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.
Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.

Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional.

Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados (açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como soja, milho e girassol), que são encontrados em muitos alimentos processados.

Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelho e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflama tório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.

Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.

Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos.

Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?


Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.
Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.
O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as
paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.

Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum - inflamação em suas artérias.
Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula - deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação.Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.
Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.
Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.
Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim. As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.

Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.

A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação. A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6.
 
Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos. O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana. O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).


Ed. Nota: Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. 

Sua prática privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr.Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações promover o bem estar. Ele é o autor de "A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol"

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Não beba Leite!!! DON’T DRINK YOUR MILK



INTOLERÂNCIA A LACTOSE

 Agora como estou proibida de ingerir leite e seus derivados, tenho seguido a risca a dieta, no principio fiquei muito chateada, pois é uma dieta muito restritiva. Devido o grau de intolerância ser muito alto, não posso comer nada que tenha traços de leite, fico de olho nas embalagens de pão, não posso mais usar margarina, nem molho branco que gosto muito. Tenho buscado alternativas o que nem sempre é fácil, mas vou conseguir! a saúde esta em primeiro lugar...E em uma de minhas pesquisas encontrei este artigo e achei muito interessante e estou compartilhando com vocês, com o link de onde o retirei disponibilizado no final do texto.


NÃO BEBA LEITE


DON’T DRINK YOUR MILK


( Frank A. Oski )


Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu Mestrado na Universidade de Pensilvania.


Levou a cabo seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvania e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.


Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da Escola de Medicina na Universidade de Pensilvania. Mais tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.


Em 1985 se encarregou do departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de Johns Hopkins.


O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de Cãibras, Diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.


Em muitos lugares do mundo e especialmente no leste da Ásia, África, América do Sul e Europa, há pessoas que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos: (Pag.4).


Em 1965 a Escola de Medicina de Johns Hopkins levou a cabo um estudo e descobriram que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra não toleram o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível Mundial e actualmente sabemos que essas percentagens, são muito maiores. Normalmente o ser humano perde a actividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos. (Pag. 9)


A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame. (Pag.11)


Quando convertemos o leite em Iogurte, muita da lactose é convertida em glucose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo curado, muita da lactose se converte em simples açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite. (Pág. 13)


Os problemas Gastrointestinais, podem ser sintomas da intolerância á lactose. (Pag. 16)


Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do Leite, os intestinos sangram e vertem entre 1 e 5 milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes e só se pode detectar a alteração, mediante análises químicas. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastrointestinal derivado do consumo de leite de vaca. (Pag. 17).


Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e os catorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés. Algumas crianças, podem inclusive, desenvolver nefrose crónicas o que lhe pode levar á morte. Normalmente estas crianças, são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma percentagem destas crianças não melhoram com o tratamento da cortisona. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No princípio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para sua surpresa descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta. a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente. Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca ás crianças, e num período de um a três dias, as crianças, começavam a perder outra vez os níveis de proteína no sangue. (Pags. 21 y 22)


Certo Cardiologista estudou em certa ocasião os corações de mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo, não morreram de enfermidades. Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os factores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outros não, foi comprovado que o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância. É portanto razoável concluir que o leite materno e o leite de vaca, foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças. (Pag. 34)


Existem evidências que apoiam a convicção de que as crianças que se alimentam de leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não o utilizam. Na década dos anos trinta se fez um estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago que corrobora com esta idéia. O estudo aconteceu quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. A todas as crianças, se lhe deu suco de laranja a partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Se acrescentou também á dieta cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.


Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas á base de leite materno foi de um 1.5/1.000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas á base de leite de vaca se situou em 84.7/1.000 durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi de 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior



Estudos anteriores a estes levados a cabo em diferentes cidades americanas mostraram resultados similares. As crianças alimentadas á base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os não consumiam. (Pags. 38 e 39)


Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. O problema, é que o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio. (Pags. 48 e 49)


O leite de uma vaca, por muito sadia que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas. (Pags. 54)


Se o facto de que o leite contenha bactérias nocivas, não for suficiente para demover os bebedores de leite, a União de Consumidores de EE.UU. encontrou num estudo, que 25 amostras analisadas, só 4, não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer. (Pags. 55)


A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, ameudo esta norma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é a hormona progesterona que se converte em androgénios, que foi implicada como um factor que provoca o acne, pelos no corpo etc. (Pag. 56)


Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e as cáries dentárias. (Pag59)


Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção á Vaca” Nela se citava uma experiência na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos com leite de vaca não pasteurizado. Dois dos seis chimpanzés desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas vacas. (Pag. 59 e 60)


É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos. Este dado que foi corroborado por um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania numa de suas investigações. (Pag. 64)


Traduzido por Dr. Fernando M. Gonçalves (PH-DN) Naturologo.


(Prof. De Oligoterapia e Enzimologia. Pesquisador em matéria de nutrição)}









Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos


Contato: suzete@saudeintegral.com


Sites: www.saudeintegral.com, www.iridologiasp.com.br e www.metodobates.com.br
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